Onde tudo começou



Eram meados de 1985 quando saiu a primeira edição de Transformers no Brasil pela Rio Gráfica. Eu era um garoto de sete anos, apaixonado por super-heróis, especialmente X-Men, mas quando vi aquele gibi repleto de robôs vivos vindos de uma galáxia distante, que trouxeram sua guerra milenar para o planeta Terra, foi amor à primeira vista.

Na época não tínhamos acesso a toda a linha de brinquedos Transformers pois, no Brasil, só foram lançados os minicars, especificamente Bumblebee, Windcharger, Gears, Brawn, Cliffjumper e Bumblejumper (uma versão branca que eu acredito que só tinha por aqui). Mas tarde também lançaram os Jumpstarters, Topspin e Twintwist, que receberam cores diferentes dos originais americanos e também os nomes de Saltman X e Saltman Z. Só tive o primeiro. E, dos minicars, nunca tive a sorte de conseguir o Cliffjumper e o Bumblejumper. Os bonecos eram caros e meu pai me deu os que pôde. Foi o bastante. Estava estabelecida uma relação que duraria até a vida adulta. Se é que podemos nos considerar adultos. 

Hoje sou eu que compro meus Transformers. Embora ainda sejam poucos os que chegam ao Brasil, e quase nenhum masterpiece (falardi sobre isso em outro post), descobri como importar de outros países, especialmente da China, pelo Aliexpress. 

Hoje não sei dizer quantos eu tenho. Talvez um dia eu faça um senso dos meus Transformers. TLvez não. Mas, com certeza, farei muitas fotos e vídeos deles porque não há nada melhor do que compartilhar esse meu amor de infância. 

Se você também tem uma história com os Transformers, seja antiga ou recente, seja bem-vindo (a). Não importa o gênero: carrinho é coisa só de menino!

Fique à vontade para comentar, criticar, sugerir. Tome um café comigo e vamos falar desses robôs fantásticos que vão muiti além do que os olhos veem. 

O café está servido! Transform and roll out!


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